Quinta-feira, 23 de Março de 2006

DÔR

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Nos últimos dias tenho recebido alguns e-mails que me fizeram pensar e escrever este post. Existe muita gente que está neste momento em que vos escrevo a sofrer de uma dor que não tem como explicar, e em que os sintomas divergem de pessoa para pessoa.


Não pretendo com isto arranjar solução porque é impossivel, não sou, nem quero ser conselheiro sentimental, eu até desabafo para com os meus botões a algumas perguntas que me fazem “se eu não sei o que fazer da minha vida, como posso ajudar os outros?” mas mesmo assim aqui fica um ponto de vista ainda meio atordoado por falta de café, essencial para os meus neurónios funcionarem de forma razoável.


Vocês sabem, como eu que martelar um dedo dói que se farta. Assim como dói tropeçar e cair, esfolar as mãos ou joelhos.  
Infindáveis para algumas pessoas são as dores de cabeça.  
E a dor que sentimos no dentista? A dor começa quando nos sentamos. E prolonga-se por um tempo interminável.
Ninguém gosta de falar das suas fraquezas e isso também dói…


Teria mais uma infinita lista de dores que poderia escrever, e das mais diversas formas e feitios.
 
Mas, existe uma dor que é demasiadamente enjoativa. Atinge a todos em determinadas alturas da nossa vida por vezes quando menos esperamos e sentimo-nos impotentes perante esse facto.
Para as outras dores, um comprimidinho poderá ajudar.


 


Mas a dor de amor! Essa é infinitamente dolorida.


Leva muito tempo para passar e sempre deixa sequelas. É uma dor que parece insuportável, interminável, inexplicável... uma dor que insiste em se fazer notar, a todo o instante a toda hora. Deixa-nos sem chão, sem rumo, sem forças para levantar de um tombo que nos recusamos a acreditar que levámos!


 


Mas não se esqueçam de que é sempre possível renascer, superar, recomeçar e amar novamente... força e muita coragem e optimismo no futuro.


Como diz um lindo pensamento sobre amor: “todo coração dá voltas antes de se encontrar...”.

publicado por http://casadomasnaocapado2.blogs.sapo.pt/ às 12:59
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1 comentário:
De WHITE ANGEL a 23 de Março de 2006 às 19:25
"Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, pois cada pessoa é única, e nenhuma substitui outra. Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito; mas não há os que não levam nada. Há os que deixam muito; mas não há os que não deixam nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente que duas almas não se encontram ao acaso." (Antoine De Saint-Exupery)


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